sábado, 15 de dezembro de 2007

Sonhos e segundos.

"(...) não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada.
A parte isso tenho em mim todos os sonhos do mundo."
(Fernando Pessoa)


Ultimamente mesmo querendo isto não tem feito tanto sentido pra mim. É difícil você começar a cair na real e ver que a vida é um salto de uma ponte bem alta sem uma corda pra te segurar.
Viver cada segundo?
- Sim!
Agora me diz, como?
[...]
Pois é.



Vou fumar...



Lucas M.

sábado, 24 de novembro de 2007

Sentimentos escritos...

Somos tão jovens...

Viver pode ser mais difícl do que parece,
Em todos os momentos ridículos e tão complexos.
Onde as coisas simples se configuram difusas,
E a esperança nos diz qeu somos tão jovens.

Crises existênciais perturbadoras ao extremo.
E só nos preocupamos com o limite do corpo e nada mais.
O horizonte tenta nos distraír, enquanto a realidade continua provocante.

De tudo se sabe apenas que o amanhã tão desejado está na simplicidade do agora,
E que as vontades e os momentos ridículos não são tão mais ridículos assim.
Afinal somos tão jovens...

Lucas Moratelli e Lucimara Avoglio (Rio, 11/07)


O vento e eu.

Enquanto me econtro perdido em um mundo que me distraí permanentemente, a minha vida é impulsionada pelos ventos que vem do mar me provocando, me levando a crer que posso tudo, que o mundo não pode me alcançar e que os meus medos e dores vão juntos com a brisa serena que passa por mim.
Meu corpo tanto precisa sentir o calor de estar vivo e a vontade única de ser feliz.

O balanço das ondas são como o sangue que pulsa em minhas veias e levam e trazem meus desejos.
Agora tudo está tão longe e não sei ao certo se a linha do horizonte permanece tão segura quanto eu.

Quero ser feliz ao menos, por um momento que seja, para me sentir vivo, e pleno de que só irei viver uma só vida, e não quero ficar a eternidade perdido neste mundo que quer me iludir e me levar com sua brisa.

Lucas Moratelli e Lucimara Avoglio (Rio, 11/07)

domingo, 28 de outubro de 2007

Poesias idiotas, feitas por outro!

Adrenalina

Parado no meio daquele enorme lugar, sem sequer uma alma viva, até que um grito insano começa e a adrenalina no corpo faz com que todos os músculos se mostrassem ainda existentes. A luz começa a voltar, mas tudo ainda está embaçado, a vontade de levantar não é suficiente para erguer aquele corpo largado em meio a nada.
- "Hey, vai acordar não!?"
Ainda extasiado, não entende vírgulas do que o tentavam dizer
- "Ih, vai morrer!"
E se perguntava incessantemente o que estava fazendo ali, as lembranças estavam tão escuras quanto o misterioso lugar que o abrigava. Ouvia vozes, porém tudo muito confuso, luzes coloridas piscavam ao seu redor, um cheiro forte o impregnava, e tudo já não era nada!
E derrepente num piscar de olhos voltou ao normal, tudo estava da mesma forma de antes, e ele lembrou o porque de tudo aquilo!

Lucas M.

sábado, 13 de outubro de 2007

Coisas...



As Coisas

Coisas criadas, coisas impostas
Coisas exatas e opostas
Nome delas, delas os nomes
Criadas opostas, impostas exatas
Nomes , os delas, criados
Delas impostas os nomes

Nomes sem coisas
Nomes vilipêndiados
Nomes coisados
Nomes exaltados
sem coisas nos nomes
Nomes nomeados

(Paz, Caio e Carolina, Ana. Maio 2007)



Perfeito, não!?



By.: Lugh [Lucas M.]

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

[porquê?]

" E eu nem sei que hora dizer
Me da um medo
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto..."

"♪ - Eu preciso dizer que te amo - Cazuza"


Quando saber que escolha fazer, quando saber o que pensar, quem amar, por que amar...