Somos tão jovens...
Viver pode ser mais difícl do que parece,
Em todos os momentos ridículos e tão complexos.
Onde as coisas simples se configuram difusas,
E a esperança nos diz qeu somos tão jovens.
Crises existênciais perturbadoras ao extremo.
E só nos preocupamos com o limite do corpo e nada mais.
O horizonte tenta nos distraír, enquanto a realidade continua provocante.
De tudo se sabe apenas que o amanhã tão desejado está na simplicidade do agora,
E que as vontades e os momentos ridículos não são tão mais ridículos assim.
Afinal somos tão jovens...
Lucas Moratelli e Lucimara Avoglio (Rio, 11/07)
O vento e eu.
Enquanto me econtro perdido em um mundo que me distraí permanentemente, a minha vida é impulsionada pelos ventos que vem do mar me provocando, me levando a crer que posso tudo, que o mundo não pode me alcançar e que os meus medos e dores vão juntos com a brisa serena que passa por mim.
Meu corpo tanto precisa sentir o calor de estar vivo e a vontade única de ser feliz.
O balanço das ondas são como o sangue que pulsa em minhas veias e levam e trazem meus desejos.
Agora tudo está tão longe e não sei ao certo se a linha do horizonte permanece tão segura quanto eu.
Quero ser feliz ao menos, por um momento que seja, para me sentir vivo, e pleno de que só irei viver uma só vida, e não quero ficar a eternidade perdido neste mundo que quer me iludir e me levar com sua brisa.
Lucas Moratelli e Lucimara Avoglio (Rio, 11/07)
sábado, 24 de novembro de 2007
Sentimentos escritos...
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domingo, 28 de outubro de 2007
Poesias idiotas, feitas por outro!
Adrenalina
Parado no meio daquele enorme lugar, sem sequer uma alma viva, até que um grito insano começa e a adrenalina no corpo faz com que todos os músculos se mostrassem ainda existentes. A luz começa a voltar, mas tudo ainda está embaçado, a vontade de levantar não é suficiente para erguer aquele corpo largado em meio a nada.
- "Hey, vai acordar não!?"
Ainda extasiado, não entende vírgulas do que o tentavam dizer
- "Ih, vai morrer!"
E se perguntava incessantemente o que estava fazendo ali, as lembranças estavam tão escuras quanto o misterioso lugar que o abrigava. Ouvia vozes, porém tudo muito confuso, luzes coloridas piscavam ao seu redor, um cheiro forte o impregnava, e tudo já não era nada!
E derrepente num piscar de olhos voltou ao normal, tudo estava da mesma forma de antes, e ele lembrou o porque de tudo aquilo!
Lucas M.
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sábado, 13 de outubro de 2007
Coisas...
Coisas criadas, coisas impostas
Coisas exatas e opostas
Nome delas, delas os nomes
Criadas opostas, impostas exatas
Nomes , os delas, criados
Delas impostas os nomes
Nomes sem coisas
Nomes vilipêndiados
Nomes coisados
Nomes exaltados
sem coisas nos nomes
Nomes nomeados
(Paz, Caio e Carolina, Ana. Maio 2007)
Perfeito, não!?
By.: Lugh [Lucas M.]
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quinta-feira, 30 de agosto de 2007
[porquê?]
" E eu nem sei que hora dizer
Me da um medo
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto..."
"♪ - Eu preciso dizer que te amo - Cazuza"
Quando saber que escolha fazer, quando saber o que pensar, quem amar, por que amar...
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sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Mediocre...
Eu perco o sono e choro________Porque as coisas não fazem sentido!?
Sei que quase desespero
mas não sei porque
A noite muito longa
Eu sou capaz de certas coisas
Que eu não quis fazer
Ser que alguma coisa
nisso tudo faz sentido
a vida sempre um risco
eu tenho medo do perigo
Lágrimas e chuva
molham o vidro da janela
mas ninguém me v
O mundo muito injusto
eu dou plantão dos meus problemas
que eu quero esquecer
Sera que existe alguém
ou algum motivo importante
que justifique a vida
ou pelo menos esse instante
Eu vou contando as horas
e fico ouvindo passos
quem sabe o fim da história
de mil e uma noites
de suspense no meu quarto
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
mas não sei porque
A noite muito longa
Eu sou capaz de certas coisas
Que eu não quis fazer
Sera que existe alguém
Eu vou contando as horas
e fico ouvindo passos
quem sabe o fim da história
de mil e uma noites
de suspense no meu quarto
By: Lucas M.
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